sábado, 27 de junho de 2009

Essa coisa toda de apertos, mãos, olhares, bocas me assusta um pouco, nunca foi assim. Essa incrível afinidade e intimidade que não sei de onde veio e não sei a onde vai parar, mas por isso me sinto mais mulher, mais feroz, mais viva.

3 comentários:

  1. Creio que é impossível não ler essas breves - porém muito bem escritas - linhas e não lembrar de Capitu. Posso até mesmo sentir a transformação acontecendo no âmago da menina, que acaba de descobrir a força que tem dentro de si, despertada, claro, pelo poder desse nosso conhecido, o amor.

    Claro que essa não é a única interpretação para o post, mas foi a que me pareceu mais adequada. De resto, sinto, ao lê-lo, uma intensidade típica de grandes artistas, os quais, bem ao estilo minimalista, transmitem o tudo com o quase nada.

    Enfim, meus sinceros parabéns, e saiba que sinto-me honrado de poder comentar no blog de tão grande escritora e atriz! Beijos, até a próxima.

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  2. Ahhh...as descobertas...
    Existe algo tão único quanto isso?
    Descobrir o novo e saborear cada parte que a princípio chega como algo assustador e vai se tornando tão íntimo e prazeroso.
    Incrivel depoimento mari...
    Só alguem tão intensa consegue descrever isto de modo tão doce e açucarado.
    Beijos garota..

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  3. adoro seu trabalho sempre estou aqui conferindo as novas postagens, continue escrevendo parabens
    ate...

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