sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A


As árvores alegres, autênticas...absolutas. Abalam-se. Alguém absorve a alma ave, anjo...asas. Álias antes acontecia amor. As amantes ardem-se, assim...afim. Afeto aflora afinidades agradáveis, acabando a afobação. Ali abaixados...alinhavados.

Assustada afaga a ameaça apreendida, a alcoólatra aturava alfinetadas adoçicadas aliada as atividades amorosas. Asemelhan-se as avassaladoras amoras avermelhadas. Apenas amoras apimentadas amamentam as almas andando arrependidas. Antigamente aqueles azuis alvos aqueciam as amargas amarras atando-as à acordes angelicais.

Aprontando, apanhando, alcançando, apontando até a aurora ao amanhecer aperfeiçoado aparecer, abraçar-me,afagar-me...abandonar-ne ao anoitecer.

2 comentários:

  1. Nossa, fiquei sem fôlego! Nem preciso dizer que o post é bárbaro. Além de mostrar uma criatividade imensa, você deu às palavras uma vazão tão natural que senti como se elas fossem parte do sangue que me corre nas veias. Acho que não adianta mais falar, pois mesmo tendo o alfabeto inteiro à disposição, nunca poderei expressar quão admirável é esse texto. Parabéns, e até o próximo post.

    P.S.: E que venham B, C, D, E....
    P.P.S.: Quero ver peça novaaa XD

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  2. fiquei ansiosa pra ler o que voce tinha dito hj no parque do povo. Muito legal mesmo mah! :DDD beeeijão.

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