e eu me perguntava, sou única? como todas são, até encontrar outra. depois de cansada, gastava as pontas dos dedos com os cigarros. ele segurava minha cabeça forte, quase me enterrava a presilha. e a salíva doce. sinto que estou perdendo,meus pés gelados meus cabelos bagunçados e eu me escorria e as mãos estranhas que me trançavam eu rezava mas não pude suportar seu meio riso menino a caneta que me riscava em seu papel velho todo de branco puta toda roxa e aceitei ser gerada por ele cada fio e eu me perguntava, sou transparente? como todas são, depois de um certo tempo. a embriaguez se fez reinar embaralhou-se comigo me apliquei, me quis meu ombro girava minha cabeça espero que não haja borracha ou visão lembre-se um chá talvez cure esse embalo talvez eu te espere e fique não sinto meus pés, azulejo da cozinha seu papel de pão e eu deixo você me desenhar como quiser e eu me perguntava, sou atriz? como todas são, quando fingimos ser a outra e a boca vermelha, a terra e o sangue eu aind...
Degustar-te-ei.
ResponderExcluir